Tecnologia: A Independência do Brasil

Tecnologia: A Independência do Brasil

Nas últimas décadas, a indústria nacional tem se desenvolvido e encontrado soluções diferenciadas para competir no cenário industrial global. Desde os anos 1950, quando a indústria nacional recebeu investimentos pesados e desenvolveu-se disruptivamente e o PIB nacional apresentou números consideráveis para este indicador (Data World Bank). Hoje, porém, com algumas crises de recessão econômica, o ritmo de crescimento decaiu.

Apesar disso, o desenvolvimento crescente de novas tecnologias e o incentivo (por meio de editais e projetos de subvenção) à pesquisa e à inovação, novas alternativas surgem para agregar valor para indústrias e gerar competitividade para setores diversos. Essas inovações têm gerado oportunidades, ganhado espaço e prometem alavancar os resultados desta e das próximas décadas. Mas, como se deram esses avanços?

O primeiro sinal de tecnologia no território nacional foi resultado das exportações de café – os lucros da comercialização eram revertidos para o estabelecimento de indústrias simples. Mais tarde, durante a Era Vargas, a indústria brasileira ganhou ainda mais impulso. O governo vigente usou técnicas de protecionismo e de oportunismo para privilegiar o mercado interno e consolidar a indústria.

Nas décadas seguintes, a entrada de multinacionais trouxe uma nova onda industrializadora para o Brasil. E, com isso, a tecnologia concentrada nos centros de desenvolvimento para o contexto nacional, além de grande aumento na disponibilidade de empregos e oportunidades. A partir daí, com a base de conhecimento trazida, a indústria nacional fortaleceu a construção de seu próprio desenvolvimento.

O final do século foi marcado pelo desenvolvimento do campo tecnológico e científico. E trouxe à tona discussões sobre o meio ambiente e a uma preocupação pela população com uma maior qualidade de vida. Com isso, as últimas décadas foram marcadas por um grande desenvolvimento de tecnologia interna buscando soluções inovadoras para os problemas e preocupações do dia a dia. Nesse contexto, o setor de saúde e bem estar foi consideravelmente impulsionado e cresce a cada ano. Essa demanda por uma maior segurança contra possíveis ameaças – muitas vezes invisíveis – movimenta em média R$370mi no Brasil. E isso é refletido em todos os âmbitos do mercado.

Nos setores de base, por exemplo, esse crescente investimento em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia, se traduz no melhoramento da composição de materiais e superfícies. Bem como no desenvolvimento de produtos inteligentes com incorporação de aditivos buscando oferecer maior confiabilidade aos diferentes bens do mercado.

Esse é o caso dos aditivos antimicrobianos. Neles, a tecnologia é utilizada de maneira a inibir a proliferação de microrganismos e, assim, prevenir contaminações cruzadas e a proliferação de doenças.

Nesse contexto, a TNS Nanotecnologia, criada em 2009, desenvolve e implementa na indústria aditivos antimicrobianos de alta eficiência. Desde então, por meio de editais, subvenções, prêmios de empreendedorismo e tecnologia, a TNS se tornou protagonista de desenvolvimentos nanotecnológicos no Brasil e se fortaleceu com as oportunidades e demandas da indústria nacional – competindo frente a frente com empresas concorrentes globais.

As soluções inovadoras apresentadas pela empresa, acompanham a nova etapa da história da independência nacional, onde com diferentes tecnologias, a empresa colabora para o aumento da competitividade industrial. Por isso, a TNS Nanotecnologia se sente parte da construção de um novo marco do desenvolvimento tecnológico brasileiro e incentiva empresas parceiras e da cadeia de valor a participarem deste importante momento do cenário nacional.

Converse com nosso time e saiba mais sobre como fazer parte desta história!

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