4 Perguntas Recorrentes sobre nossos Aditivos

4 Perguntas Recorrentes sobre nossos Aditivos

Este artigo foi preparado para você que ainda possui dúvidas sobre os antimicrobianos da TNS. Esperamos suprir as perguntas mais frequentes que surgem em nossos clientes e parceiros, e que acabam sendo fortes fontes de incerteza. Boa leitura!

Os aditivos utilizam compostos tóxicos?

Não. A TNS utiliza compostos que possuem Prata e Zinco como base, materiais amplamente utilizados (até mesmo na medicina), e que apresentam efeitos benéficos e desejáveis, sendo o Zinco inclusive um elemento essencial para o metabolismo humano.

A partir disto, declaramos que os compostos de prata e zinco utilizados nos aditivos antimicrobianos TNS são livres de fenóis policlorados e metais pesados tóxicos – como o arsênio, cádmio, chumbo, cromo, estanho e mercúrio.

Como que funciona o caráter antimicrobiano destes aditivos?

Neste eBook explicamos que a prata é utilizada há centenas de anos em utensílios pela humanidade não só por sua beleza, mas também pelas características antimicrobianas. O seu mecanismo possui três vias possíveis: a liberação de íons que destroem a membrana celular, o impedimento da respiração celular e o impedimento da reprodução do material genético. Já o Zinco atua gerando o chamado “Estresse Oxidativo”, um desequilíbrio nos processos metabólicos do microrganismo em questão, obtendo resultados semelhantes aos da Prata.


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Qual a duração da atividade antimicrobiana?

Os nossos aditivos podem ser incorporados em diversos segmentos da indústria, portanto a durabilidade é diretamente relacionada ao material em que o mesmo será incorporado. Em uma matriz sólida, como em cerâmicos ou plásticos, a atividade antimicrobiana será notada enquanto a superfície permanecer exposta e em contato com microrganismos – livre de sujidades, por exemplo. Para cada aplicação e incorporação do aditivo deverão ser realizados testes específicos para verificação da atividade ao longo do tempo.

Mas e os efluentes da minha indústria?

Esta pesquisa conduzida na Suíça demonstrou que é seguro gerir resíduos com nanopartículas de prata, já que são rapidamente transformadas em outros compostos – reagem com o enxofre e formam sulfetos – que são inofensivos para o meio ambiente e para os seres humanos. No caminho para a planta de tratamento, 95% do volume é aderido ao lodo, perdendo sua capacidade antimicrobiana e não comprometendo bactérias depuradoras de amônia (benéficas), como mostra este estudo.

Ainda há alguma pergunta ou possui alguma sugestão para um novo artigo? Lembre-se que você pode sempre entrar em contato para esclarecer possíveis dúvidas.

Nossa equipe de engenheiros está sempre pronta para lhe auxiliar.

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